Apesar de simpatizar com o nome (putz), nunca dei muita atenção à carreira de Elio De Angelis. Atualmente, andei lendo uns artigos e revendo algumas corridas e cheguei à conclusão de que sua história é bastante singular e interessante. Estreou na F1 em 1979, tendo passagens pela Shadow, Lotus (onde teve Ayrton Senna como companheiro) e Brabham.
Alguns fatos.
Apesar dos 9 pódios só obteve duas vitórias. A primeira delas de forma espetacular, em uma das chegadas mais apertadas da história da categoria. Apenas 50 milésimos à frente de Keke Rosberg (se você não viu, tem um post aqui sobre isso). Seu segundo trunfo também foi um tanto quanto incomum. Aconteceu no louco GP de San Marino de 1985.
Em 1986, substituiu Nelson Piquet na equipe Brabham e, durante um teste no circuito de Paul Ricard, a asa traseira do seu BT55 se desprendeu, arremessando-o sobre uma barreira. O carro pegou fogo e De Angelis (que ficou preso ao carro) morreu asfixiado. Sua morte foi a última na categoria antes do triste fim de semana de 1994.

Jaime,
ResponderExcluirDe Angelis não foi espetacular, mas era um bom piloto...
O acidente em Paul Ricard foi horrivel, foi muito triste.
abs
A Brabhan que ele pilotava ao morrer era um carro revolucionário. O piloto ia quase deitado em seu interior.
ResponderExcluirMas não era seguro o suficiente.
Gordon Murray, o projetista da Brabhan, quase encerrou a carreira por conta do acontecido.
Jaime,
ResponderExcluircomplementando o que disseram Marcelo e Groo, De Angelis era pianista... em 1982, no GP da África do Sul, durante a "greve" dos pilotos, ele fez seu concerto...
Ele tinha talento como piloto, mas lhe faltava garra... E isso foi comprovado quando foi confrontado com um certo "Ayrton Senna"...
abs...