15 de fevereiro de 2012

Coadjuvante



1995. David Coulthard causando em Mônaco.

O escocês foi promovido para substituir Ayrton Senna em 1994 e foi ficando, ficando... Fez algumas boas lambanças e não sei porque cargas d'água a McLaren teve o interesse em  contratá-lo para 1996.

E o pior é que deu certo. Foi um segundo piloto competente para os dois títulos do companheiro Mika Häkkinen. seu auge foi o vice-campeonato em 2001, porque depois da aposentadoria de Häkkinen, outro finlandês aportou na McLaren e "o colocou no bolso". Seu nome era Kimi Räikkönen (desconfio que Coulthard odeie a Finlândia desde sempre).

Ele nunca chegou a brilhar, mas, além de acidentes inacreditáveis (esse aqui então é um clássico da fanfarronice), travou algumas boas brigas com Michael Schumacher (uma delas quase que literalmente, aqui). Nada mais.

Em 2005, foi o responsável por desenvolver a Red Bull, na estréia dos energéticos como equipe. Até que lá ele conseguiu alguns bons resultados. E um pódio, em Mônaco. Por fim, desistiu da F1 em 2008, dando lugar a um tal de Sebastian Vettel.

Resumindo: o escocês sempre teve carros vencedores nas mãos, mas nunca se sobressaiu com eles ou contra seus companheiros de equipe. Não passou de um mero coadjuvante no grid.

Um comentário:

  1. Minha piada predileta era "Vai jogar bingo, velho..." de tanta lambança que fez...

    O mais legal foi no GP Brasil, o ultimo que ele disputou.

    fizeram um pedido para que a Red Bull pudesse correr com carros pintados com cores distintas e o dele seria branco por conta de uma causa humanitária...
    A corrida durou menos de meia volta pra ele.

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