1995. David Coulthard causando em Mônaco.
O escocês foi promovido para substituir Ayrton Senna em 1994 e foi ficando, ficando... Fez algumas boas lambanças e não sei porque cargas d'água a McLaren teve o interesse em contratá-lo para 1996.
E o pior é que deu certo. Foi um segundo piloto competente para os dois títulos do companheiro Mika Häkkinen. seu auge foi o vice-campeonato em 2001, porque depois da aposentadoria de Häkkinen, outro finlandês aportou na McLaren e "o colocou no bolso". Seu nome era Kimi Räikkönen (desconfio que Coulthard odeie a Finlândia desde sempre).
Ele nunca chegou a brilhar, mas, além de acidentes inacreditáveis (esse aqui então é um clássico da fanfarronice), travou algumas boas brigas com Michael Schumacher (uma delas quase que literalmente, aqui). Nada mais.
Em 2005, foi o responsável por desenvolver a Red Bull, na estréia dos energéticos como equipe. Até que lá ele conseguiu alguns bons resultados. E um pódio, em Mônaco. Por fim, desistiu da F1 em 2008, dando lugar a um tal de Sebastian Vettel.
Resumindo: o escocês sempre teve carros vencedores nas mãos, mas nunca se sobressaiu com eles ou contra seus companheiros de equipe. Não passou de um mero coadjuvante no grid.

Minha piada predileta era "Vai jogar bingo, velho..." de tanta lambança que fez...
ResponderExcluirO mais legal foi no GP Brasil, o ultimo que ele disputou.
fizeram um pedido para que a Red Bull pudesse correr com carros pintados com cores distintas e o dele seria branco por conta de uma causa humanitária...
A corrida durou menos de meia volta pra ele.