Alain Prost em Mônaco, 1991.
O francês era acostumado a jantar seus companheiros de equipe: René Arnoux, Niki Lauda, Keke Rosberg e Stefan Johansson foram algumas de suas vítimas.
Até que apareceu um tal de Ayrton Senna...
Não que fosse impossível alcançar Senna. Os duelos mostram que não. Em condições normais e com o carro certo, Prost era imbatível. E foi justamente esse o combustível de Ayrton.
"Eu tinha de vencê-lo", diria.
E a resposta de Prost não deixava dúvidas: "Ayrton corria riscos demais".
A lição foi aprendida. Com perfeição.

Acho que foi a maior rivalidade de todos os tempos. Posso estar enganado, mas leva jeito.
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