8 de maio de 2012

Salute Gilles



(Quase que não sai hoje) Há exatos 30 anos Gilles Villeneuve morria em Zolder. Prematuramente? Me arrisco a dizer que não. Era aquele tipo de piloto que todos tinham a certeza de que morreria na pista. Uma questão de tempo.


Em qualquer pista, sob qualquer condição, contra qualquer adversário, Gilles era fantástico. Pilotagem instintiva, correções pra todo lado, agressividade à flor da pele... A verdadeira essência do automobilismo. Coisa que ficou esquecida lá nos anos 70.

Sem dúvidas é "o cara que eu queria ter visto correr". Os vídeos existem em quantidade e qualidade razoáveis na internet. E é sempre fascinante vê-los. Um aperitivo? Cica aqui.

Para reverenciar um de seus maiores ídolos, a Ferrari prestou uma homenagem bem bacana hoje, na pista de Fiorano. O filho Jacques Villeneuve pilotou a Ferrari 312 T4, na qual o pai foi vice-campeão em 1979.

Um comentário:

  1. Tem uma frase sobre ele que eu gosto muito

    Gilles não ultrapassa onde pode, mas onde dá. E onde não dá ele gosta mais ainda.

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