Nürburgring, 1967.
No Inferno Verde, um jovem piloto belga cravara o terceiro tempo na da classificação, ficando atrás apenas das marcas alcançadas por Denny Hulme e Jim Clark.
Nada demais, se o feito não fosse a bordo de um modesto Matra de Fórmula 2.
Vale lembrar que, naquela época, para aumentar o grid e tornar a coisa toda mais interessante, as corridas da Fórmula 2 eram feitas em conjunto com os poderosos carros de Fórmula 1. Mas, os grids eram separados para a largada.
Portanto, mesmo com a terceira marca, Jacky Ickx partiu da 18ª posição.
Não faria diferença.
Na quinta volta, ele já era o quarto colocado. Deixando para trás 12 carros de Fórmula 1.
Um assombro.
Na 12ª volta, por conta dos vários saltos do circuito alemão, a frágil suspensão do Matra cedeu e obrigou Ickx a abandonar a prova.
No Inferno Verde, um jovem piloto belga cravara o terceiro tempo na da classificação, ficando atrás apenas das marcas alcançadas por Denny Hulme e Jim Clark.
Nada demais, se o feito não fosse a bordo de um modesto Matra de Fórmula 2.
Vale lembrar que, naquela época, para aumentar o grid e tornar a coisa toda mais interessante, as corridas da Fórmula 2 eram feitas em conjunto com os poderosos carros de Fórmula 1. Mas, os grids eram separados para a largada.
Portanto, mesmo com a terceira marca, Jacky Ickx partiu da 18ª posição.
Não faria diferença.
Na quinta volta, ele já era o quarto colocado. Deixando para trás 12 carros de Fórmula 1.
Um assombro.
Na 12ª volta, por conta dos vários saltos do circuito alemão, a frágil suspensão do Matra cedeu e obrigou Ickx a abandonar a prova.
Mas não importava.
Seu desempenho havia chamado a atenção de todos. Inclusive, de Enzo Ferrari, pessoalmente.
O cartão de visitas tinha sido mostrado.
E ali, no Inferno Verde, era ele quem geralmente dava as cartas.
O cartão de visitas tinha sido mostrado.
E ali, no Inferno Verde, era ele quem geralmente dava as cartas.

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