22 de agosto de 2012

Piquet



Esta semana Nelson Piquet completou 60 primaveras. Demorei, mas me senti na obrigação de prestar uma singela homenagem a um dos pilotos que mais admiro.


Não o vi correr, e talvez por isso mesmo nunca tenha julgado suas (muitas) declarações polêmicas, ou comparado seu talento e/ou sua importância a Senna ou Emerson. Aliás, acho uma babaquice fazer isso. Todos tiveram seu tempo,sua história e sua importância. São todos vencedores.

Enfim, sobre Piquet, o que eu posso dizer é: conseguir três títulos mundiais correndo numa época em que tínhamos na pista Lauda, Villeneuve, Prost, Mansell, Arnoux... Não é para qualquer um.


Não vou aqui falar da sua história. De como se sagrou campeão, das brechas no regulamento encontradas com a dupla Ecclestone/Murray nos tempos de Brabham, da participação no desenvolvimento dos motores Turbo da BMW e da suspensão ativa da Williams...

Isso tudo se encontra em qualquer lugar que fale de Fórmula 1. Piquet foi além disso. Foi adorado por lá. Foi um fenômeno, e hoje faz parte da história da categoria.

Piquet não foi o melhor, mas venceu e convenceu; se divertiu e ganhou dinheiro fazendo o que mais gosta. Fez bons amigos até. Inimigos? Não sei, mas certamente a antipatia de algumas pessoas. Essa gente que não sabe reconhecer grandes campeões. Não só aqueles que levantam troféus, mas os que vencem na vida. Aqueles que vencem eles mesmos, que aceitam desafios e derrubam obstáculos...


Não vou falar tudo aqui. Não hoje. Mas procure saber a história desse cara...

Um comentário:

  1. Piquet, assim como Senna, Fittipaldi e tantos outros...tiveram seu tempo, não há como comparar, pois cada um dentro de suas qualidades foram hérois nacionais!!

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