15 de fevereiro de 2013

Amarelos

Muita gente me pergunta para qual equipe eu torço.

Sinceramente. Para todas. Ou, para nenhuma.

Assisto e gosto de automobilismo por causa do espetáculo. Do show. Do cheiro de borracha. Dos pegas. Das porradas (sim, Piquet tem razão). Da rivalidade entre os pilotos, entre as equipes...

Não tenho uma torcida fixa.

Mas vez ou outra aparece uma equipe que eu simpatizo mais.

E posso dizer que até o final de 2002, depois da Williams, calro, a Jordan tinha a minha torcida. E o que mais me chamava a atenção era a maneira como Eddie Jordan geria a sua equipe.


Mas, porque só até 2002?!

Porque foi neste ano que a Honda deixou Eddie Jordan a ver navios para se concentrar em sua parceria com a BAR. Sobrou para o time irlandês os Ford Cosworth (ou, como diria Zeca Pagodinho, o bagaço da laranja).

E torcer para gente como Ralph Firman, Baumgartner, Pantano e afins de Cosworth?! Convenhamos, não dá né...

Mas a equipe milagrosamente conseguiu vencer! Pois é. No Brasil, com Fisichella (menos mal), debaixo de um aguaceiro da porra, em uma corrida recheada de acidentes... Mas venceram, uai. Foi a quarta vitória da equipe, que sequer voltaria a subir ao pódio 

"- Ah Jaime, mas teve Indianápolis em 2005" dirão vocês. E eu vou responder que considerar aquilo em qualquer estatística é a maior idiotice do mundo."

Depois disso veio a cagada do Eddie no processo contra a Vodafone, a contratação do Karthikeyan, umas pinturas feias pra caralho, a compra pela Midland, pela Spyker e finalmente pela Force India.

Mas isso não significa que eu seja um admirador dos indianos.

Eu gostava mesmo é de quando os carros eram amarelos...

2 comentários:

  1. Amarelo mesmo eu só gostava do Copersucar do Emmo.

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  2. Amarelo mesmo eu só gostava do Copersucar do Emmo.

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