11 de abril de 2013

Cuore




“Clay usava toda a pista para não te deixar passar. Com Scheckter, Lauda, Ronnie e Reutemann você tinha confiança em disputar roda a roda. Com Clay, não”.

Palavras de Emerson Fittipaldi.

Um dos grandes amigos do boa praça Clay Regazzoni, mas que sabia reconhecer o adversário agressivo - beirando a deslealdade - que surgia por debaixo da balaclava.

Mesmo com a paralisia - consequência do acidente em Long Beach, em 1980 - Clay não se afastou das pistas. Continuou a acelerar em competições de carros históricos adaptados e até mesmo no Paris Dakar.

Como ele mesmo intitulou sua autobiografia, era um assunto do coração.

Na foto: Montjüic Park, 1975.

Um comentário:

  1. Bem que eu vi que em seus depoimentos o Emmo menciona bastante o Clay, me lembro de ele ter falado que na corrida do titulo com a Mclaren o emmo fez uma ultrapassagem com o carro na grama porque o clay o havia empurrado pra fora!

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