10 de abril de 2013

Sepânguicas virtuais

(Saí bem na foto oficial dessa vez) Sábado tive mais uma etapa virtual. Como acompanhamos o calendário da F1, a pista da vez foi a de Sepang, na Malásia. E aí embaixo escrevi um pouquinho sobre como foi a minha corrida.

Na classificação, acertei as duas voltas e consegui o quarto tempo. Um milagre. Que me garamtia passar inteiro pela confusão que certamente aconteceria nas curvas 1 e 2. E, mais do que isso, era a chance de andar no pelotão da frente sem ter carro para estar lá.

Larguei bem, e até tentei esboçar um ataque pra cima do Gustavo Cunha na freada da primeira curva. Mas, não deu. Pneus frios, freios frios... Ia acabar dando merda. Sosseguei.

Na segunda volta, a primeira boa disputa da noite. O Ricardo Alves - que vêm evoluindo na pilotagem, e me perseguindo há algumas provas - colou no meu aerofólio e queria porque queria passar. Tentei me defender como pude, mas acabei torrando os meus pneus e ele passou. A briga foi bonita, e aparece no vídeo aí embaixo, dos 22m53s até os 27m00s.

Como o meu desgaste com os pneus duros estava uma tortura (aliás, nunca antes na minha vida eu vi os pneus duros acabarem mais rápido do que os macios), meu companheiro de equipe Daltton Lima (que, na verdade é o Ross Brawn correndo disfarçado. Sim, aquele mesmo das estratégias da Ferrari) me chamou no rádio e sugeriu que eu trocasse a estratégia.

Ao invés de somente uma parada, eu deveria colocar um jogo de macios, andar até eles acabarem, e fazer outra troca no final da prova. Assim eu teria um carro mais leve e pneus novos em folha. Poderia forçar o ritmo, defender posições ou fazer zerinhos com mais tranquilidade no final.

Com o líder da prova tendo problemas de conexão (ou não. Dizem que não foi... enfim) no meio da prova, a possibilidade de beliscar um pódio se tornou real. Para isso eu só teria de me livrar do Juscelino Honorato, que estava com seus pneus no osso e não daria trabalho.

Não daria, mas quase que jogou minha corrida no lixo... Simplesmente porque o sujeito defendeu a posição jogando o carro em cima de mim. De foder, viu?! A tevê mostrou, aos 1h00m00s.

Mas, passado esse susto, a minha preocupação passou a ser outra. A aproximação do Ricardo Alves (de novo, sempre ele) para me roubar o pódio no finalzinho da corrida. Ele estava mais rápido do que eu e com uma estratégia semelhante. Ou seja, em condições normais ia passar. De novo...

Só que ele errou no setor 3 e acabou rodando sozinho, quando já tinha o meu carro na alça de mira. A transmissão - que já me secava - mostrou o lance aos 1h02m22s

Pra quem quiser conferir, aí embaixo tem o vetê completo da etapa.

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