5 de setembro de 2013

Estatísticas de Monza

(Dia cheio) Como ando sumido, passei rapidinho para deixar algumas curiosidades sobre o Grande Prêmio da Itália. Afinal, Monza é um circuito legal pacas. E, além de ser a última etapa européia, é também uma das últimas "pistas de verdade" da temporada. Depois, só Suzuka e Interlagos. O resto é pistinha de autorama...


- Embora Juan Pablo Montoya tenha cravado 1min19s525 durante os treinos livres de 2004, o recorde da pista atual, de 5.770 m de extensão, é de 1min21s046. A volta é de Barrichello, com a Ferrari, também em 2004.

- Dos pilotos em atividade, Vettel e Alonso são os maiores vencedores, com dois trunfos cada (Vettel aliás, ganhou sua primeira lá, de Toro Rosso, em 2008). O maior ganhador de canecos é Schumacher, com 5. Barrichello, Prost, Piquet, Peterson, Moss, Fangio, Ascari e Nuvolari têm três canecos cada.

- A Ferrari, com 18 vitórias, foi a equipe que mais venceu até hoje. Depois aparecem McLaren, com 10, Williams, com 6 e Lotus, com 5. A Mercedes não conta. Afinal, as duas únicas vitórias dos estrelados foram em 1954 e 1955.

- A chegada mais apertada da Fórmula 1 aconteceu por lá, em 1971. Na ocasião, apenas 0s61 separaram os cinco primeiros colocados. Peter Gethin venceu, seguido de Ronnie Peterson, François Cevert, Mike Hailwood e Howden Ganley.

- A Ferrari costuma fazer milagres por lá. A corrida de 1988, foi a única da temporada que não vencida por uma McLaren. Coincidência ou não, a corrida aconteceu cerca de um mês depois da morte de Enzo Ferrari...

Já foram registradas 3 mortes durante eventos oficiais da Fórmula 1. Wolfgang von Trips em 1961, Jochen Rindt em 1970 e Ronnie Peterson em 1978. Em 1955, Alberto Ascari morreu à bordo de uma Ferrari 750, e acabou sendo homenageado numa das chicanes do circuito.

Na foto: a primeira.

2 comentários:

  1. Jaime,

    Dias corridos esses meu amigo. Não esquenta que estamos por aqui!

    E que venha Monza!

    abs

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  2. Nada é mais tradicional que Monza.
    Ficou de fora do calendário apenas umas poucas vezes: 1921 (Bréscia), 1937 (Livorno), 1947 (Milão), 1948 (Parco Valentino) e 1980 (Ímola)

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