13 de setembro de 2013

Ranking [1990 - 2013] - Parte 1

Bom, como vocês devem lembrar, pedi aqui para que meus 10 leitores (sic) enviassem uma lista com 10 pilotos mais rápidos, na opinião de cada um, no período compreendido entre a temporada de 1990 e a atual, 2013. Era um exercício durante as "férias" da Fórmula 1 e, como essas férias - e o prazo também - terminaram, chegou a hora de publicar o resultado.

Aí embaixo está a primeira parte, em ordem decrescente, do 10º ao 6º colocado. Até domingo prometo colocar a segunda parte no ar. E, só para lembrar, a ordem respeitou os critérios divulgados na chamada da brincadeira, e as listas enviadas por cada um. Portanto, não tenho qualquer responsabilidade sobre o resultado.



Temporadas em atividade: 2001 – 2009 | 2012 – (189 GP’s).
Títulos conquistados: 1 (2007).
Vitórias: 20 (11%).
Pole positions: 16 (8%).

Fenômeno que estreou muito cedo na F1, pela Sauber, e logo despertou o interesse da gigante McLaren. Veloz e de personalidade forte, foi vice-campeão em 2003 e 2005, mesmo com os problemas de confiabilidade da McLaren. Em 2007, não sentiu o peso de substituir a lenda Michael Schumacher na Ferrari, e venceu o campeonato por apenas um ponto de diferença sobre os pilotos da McLaren (então Lewis Hamilton e Fernando Alonso). Em 2010, aventurou-se nos Ralis, retornando à Fórmula 1 apenas em 2012, pela Lotus. Ainda veloz, não deixa dúvidas de que há muito para conquistar.


Temporadas em atividade: 1978 – 1991 (208 GP’s).
Títulos conquistados: 3 (1981, 1983, 1987).
Vitórias: 23 (11%).
Pole positions: 24 (11%).

Piquet não acumulou títulos no período, mas as suas três vitórias pela Benetton deixam claro que mesmo fora de época, ainda tinha velocidade para andar no mesmo ritmo da molecada. Sucumbiu somente à velocidade de Schumacher, então seu companheiro de equipe, que anos depois reinaria na categoria.


Temporadas em atividade: 1980 – 1991 | 1993 (202 GP’s).
Títulos conquistados: 4 (1985, 1986, 1989, 1993).
Vitórias: 51 (25%).
Pole positions: 33 (16%).

Mesmo tendo como o auge de sua pilotagem no final dos anos 80, Alain Prost ainda conseguiu um título no período, pela Williams, em 1993. Além disso, foi um dos principais protagonistas nos anos de 1990 e 1991, quando dos dois últimos títulos de Senna, seu maior rival na categoria.


Temporadas em atividade: 2007 – (122 GP’s).
Títulos conquistados: 1 (2008).
Vitórias: 22 (18%).
Pole positions: 31 (25%).

Fabricado pela McLaren desde as categorias de base, Hamilton mostrou personalidade e uma incrível velocidade desde a sua estreia, em 2007. Duelou contra Fernando Alonso (então a sensação do momento, além de seu companheiro de equipe), e conseguiu um título inquestionável sobre Felipe Massa, em 2008. Após a mudança para a equipe Mercedes, ao final de 2012, ainda se mostra capaz de vencer. É, sem dúvida, um dos melhores pilotos do grid atual.


Temporadas em atividade: 1980 – 1992 | 1994 – 1995 (192 GP’s).
Títulos conquistados: 1 (1992).
Vitórias: 31 (16%).
Pole positions: 32 (17%).

Nigel Mansell certamente está entre os mais velozes de sua época, e talvez seja o maior/melhor retrato do que foi a Williams dominante do início dos anos 90'. Travou grandes duelos contra Ayrton Senna e Nelson Piquet, e poderia inclusive ter sido campeão mais vezes. Seu problema sempre foi o de nunca saber controlar seu ímpeto e sua pilotagem agressiva, beirando o descontrole. 

Para ver a segunda parte, contendo os 5 primeiros colocados, basta clicar aqui.

Um comentário:

  1. Piquet e Prost atrás do Mansell? To até com medo de ver a primeira parte dessa lista, rss! Mas a democracia é assim mesmo.

    Boueri, já que vc gosta de fotos de automobilismo, olha esta: http://www.formula1.com/wi/gi/597x478/I_wU/manual/senna_dog.jpg
    Foi tirada pouco antes (ou pouco depois, não lembro) do final de semana da estreia do Senna na F1 (GP do Brasil de 84). Pessoalmente, eu não vejo o Senna como esse "Deus" que algumas pessoas pregam (acredito que ele foi o melhor de todos os tempos em vários aspectos, mas, como qualquer ser humano, tb tinha os defeitos dele). Porém, independente disso, não há como negar o "valor histórico" (ainda que bem pequeno) desse registro fotográfico.

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