24 de outubro de 2014

Bye, Rubens

(Tocando em frente) Como se fosse uma sina de GP Brasil de F1, a notícia do dia foi Rubens Barrichello. Explico. Basta a etapa de Interlagos se aproximar para o sujeito aparecer nas manchetes; um negócio impressionante! Mas, dessa vez ele não se ofereceu para substituir ninguém na Mercedes, nem na Marussia, nem para correr na Sauber... Simplesmente foi demitido da Globo. Ou, como disse o comunicado oficial da platinada, "o contrato da Globo com Rubens Barrichello previa um número determinado de participações como comentarista da Fórmula 1 na temporada 2014, que seriam feitas de acordo com a agenda do piloto. Com o fim dessas participações, o contrato se concluiu".

Bom? Ruim? Na opinião deste que vos bloga, a sensação é de total indiferença. Quando da contratação de Rubens, em 2013, defendi sim, que a experiência de 19 temporadas na categoria poderia pesar a seu favor, acrescentando muito ao pífio trabalho feito por Galvão Bueno nas manhãs (e madrugadas) de domingo até então. Doce ilusão. Rubens se perdeu em cada vez que apareceu na TV, sucumbiu ao baixíssimo padrão de Beckers e Courreges e se limitou a fazer o óbvio. No caso da Globo, o ruim.

A Globo está longe (muito longe!) de uma Sky Sports ou de uma BBC, por exemplo. Onde David Coulthard, Martin Brundle, Johnny Herbert, Damon Hill, Eddie Jordan e companhia fazem um trabalho estupendo. Afinal, ao contrário daqui, o automobilismo lá - na Inlgaterra - é levado a sério, e as transmissões são um reflexo disso. Aqui é a várzea, e assim como lá, as transmissões também refletem isso. Infelizmente.

Enfim.

Que Barrichello seja feliz fazendo o que gosta: acelerando. Afinal, ainda é um piloto em atividade, e está disputando o título da Stock Car em sua primeira temporada completa na categoria. 

E que desapegue da F1 de vez. Vai fazer bem...


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