9 de julho de 2015

Quebra cabeças

Segundo conta a Autosport, Adrian Newey está trabalhando em parceria com a Aston Martin no desenvolvimento de um caro de rua. "Mas até aí morreu Neves enforcado na fumaça" - dirão vocês.

Ok.

Mas parece que a Aston Martin andou sondando a Red Bull (além de Williams e Force India) para um retorno do nome à F1 - eles estiveram presentes na categoria entre as temporadas de 1959 e 1960.

Porém...

A associação à Red Bull faz mais sentido, por dois motivos:

Primeiro: especula-se que o chefão da Aston, Andy Palmer, e o diretor de marketing e comunicações da marca, Simon Sproule, estão por trás da empreitada. Coincidência ou não, a dupla foi responsável pela parceria que existe entre a Red Bull e a Infiniti, quando ambos trabalhavam para a Nissan.

Segundo: não é novidade que a Red Bull anda gritando aos quatro ventos a sua insatisfação com a Renault - fornecedora com a qual tem contrato até o final 2016. Renault que, muito provavelmente adquirirá a Lotus em breve (equipe que era a Renault até pouco tempo atrás - 2011, acho). A pergunta que fica é: continuaria a Renault fornecendo motores para clientes no primeiro ano de retorno como equipe? Acho pouco provável.



Mais!

A Mercedes detém 5% da Aston Martin, e dizem que há o consentimento dos alemães no negócio com a Red Bull, o que aumentaria a sua clientela, ajudando a custear o investimento que tem sido feito na F1. Toto Wolff inclusive já disse que a porta está aberta... Talvez seja esse o motor (argh! "unidade de potência") em desenvolvimento em Milton Keynes. Por que não?!

"2017 - Aston Martin Red Bull (motores Mercedes)"

Ninguém desmente, ninguém confirma...

As peças todas se encaixam, ao menos.

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