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16 de maio de 2014

Provocação

(Bom humor é tudo) O amigo Rodrigo Mattar publicou a foto aí em cima em seu blog, o ótimo A Mil Por Hora. É uma mensagem de "boas vindas", claramente endereçada à Porsche - que retorna à disputa da categoria LMP1 em Le Mans após 16 anos - e que estará estampada na traseira dos Audi R18 e-tron quattro em Sarthe.

Gosto dessas provocações bem humoradas... 

... E vou gostar ainda mais se a Porsche fizer algo parecido.

Deve fazer.

1 de julho de 2013

GT One

Tripleta com o monstrinho que a Toyota levou para Le Mans no final dos anos 90.

Falando nisso, tem promoção rolando na página do Blog do Boueri do facebook

Quando a página chegar à marca de 200 curtir (ou likes, como dizem) haverá o sorteio de uma miniatura  - em escala 1:43 - desse carro entre os curtidores.

Para concorrer, basta clicar em curtir aqui.

23 de junho de 2013

Le Mans 2013 [4]

Para fechar a overdose das 24 Horas de Le Mans, os vencedores da 81ª edição em fotos. E é impressionante o quanto esses protótipos feiosos são bonitos. Não escrevi errado não. É isso mesmo! Esses feiosos são bonitos pacas.

LMP1 - Tom Kristensen / Allan McNish / Loïc Duval - Audi R18 e-tron quattro
LMP2 - Bertrand Baguette / Martin Plowman / Ricardo González - Morgan LMP2-Nissan

LMGTE Pro - Marc Lieb / Richard Lietz / Romain Dumas - Porsche 911 RSR

LMGTE Am - Raymond Narac / Jean-Karl Vernay / Christophe Bourret - Porsche 997 GT3-RSR

Le Mans 2013 [3]

(Doze em quinze) Acabou ainda agora a 81ª edição das 24 Horas de Le Mans. E deu o óbvio. Vitória da Audi, com o R18 e-tron quattro #2, pilotado pelo trio Tom Kristensen / Allan McNish / Loïc Duval. Kristensen aliás, aos 45 anos de idade, chega à sua nona vitória em Sarthe, e se isola ainda mais como maior vencedor da bagaça.

Uma lenda, pois.

Depois dele, o maior vencedor é outra lenda: o belga Jacky Ickx, com seis trunfos.

Completaram o pódio o Toyota TS030 #08, do trio Anthony Davidson / Stéphane Sarrazin / Sébastien Buemi, e o outro Audi, o #3, de Marc Gené / Oliver Jarvis / Lucas di Grassi. Depois, cruzaram a linha o outro Toyotão, que chegou a bater e voltar aos boxes com metade do carro faltando, e o outro Audi.

As forças, que não são equilibradas nem mesmo dentro de uma mesma categoria (no caso da LMP1), acabaram intercalando as posições no final. Resultado de 24 horas de corrida ininterruptas, onde tudo - tudo MESMO - pode acontecer.

Para se ter uma ideia, o melhor dos Toyotões - que são mais lentos (porém mais econômicos) - terminou apenas uma volta atrás do Audi vencedor. E vinha mais rápido, no final. Não daria para chegar, claro, ainda mais considerando que Kristensen já estava administrando o ritmo para não fazer cagada.

Mas, foi uma boa surpresa o desempenho dos japas.

Na LMP2, os dois Morgan-Nissan da equipe OAK fizeram dobradinha, e se beneficiaram do abandono dos dois Lola B12/60 da Rebellion para completarem a prova em 7º e 8º na geral. O que não e um resultado de todo ruim.

Na GT Pro, dobradinha da Porsche, com o Aston Martin que sobrou cruzando a linha em terceiro. Para derramar ainda mais lágrimas da equipe, que viu o jovem Allan Simonsen perder a vida em um acidente meio bobo, na quarta volta da corrida.

Na GT Am, outra vitória da Porsche, seguida de duas Ferrari F458 Italia.

Le Mans 2013 [2]

A Aston Martin, que completa seu centenário este ano, apostava muito nesta edição de Le Mans. E, apesar da morte de Allan Simonsen logo no início da prova, o carro #99 - Frederic Makowiecki/Bruno Senna/Robert Bell - vinha na liderança, com certa folga até.

Vinha.

Faltando pouco mais de oito horas para o final da bagaça, o Frederic Makowiecki perdeu o controle do carro na entrada da reta Hunaudrieres e bateu, de forma bastante semelhante com o acidente fatal do Simonsen, diga-se.

Mas Makowiecki saiu andando. E puto da vida, com certeza.



Como se já não houvesse ingredientes o suficiente para uma corrida fantástica, começou a chover forte por lá. Bem forte. E depois de 23 horas de prova, tanto carros quanto pilotos estão exaustos, e alguns têm ficado pelo caminho.

O Morgan-Nissan #35 - que liderava a classe LMP2 - bateu e abandonou agora há pouco. Assim como o Toyota #7 - Alexander Wurz/Nicolas Lapierre/Kazuki Nakajima - que vinha na quarta posição e bateu forte - com Lapierre ao volante - na barreira de pneus.

Até conseguiu chegar aos boxes, depois, e a equipe ainda trabalha para tentar devolver o carro à pista. Não sei se conseguem, mas é válida a tentativa. Afinal, estavam muitas voltas à frente de um monte de gente.

22 de junho de 2013

Le Mans 2013 [1]

Estou assistindo as 24 Horas de Le Mans quase que na íntegra. Pela primeira vez. Nas outras edições, acompanhava apenas alguns minutos, ou, algumas horas, no máximo.

Aí embaixo, um pouco do que já aconteceu.

Logo cedo, com apenas 9 minutos de prova, o dinamarquês Allan Simonsen perdeu o controle do carro e acertou o guard rail, aparentemente de frente. Digo aparentemente porque não há imagens do momento do impacto. Só da escapada, que não parecia ser nada mais sério.



Simonsen ainda chegou a ser levado com vida ao hospital, mas não resistiu. Foi a primeira morte em Le Mans desde 1997. 

A corrida permaneceu mais de uma hora sob bandeira amarela, para que conseguissem repor a barreira de pneus da curva Tertre Rouge. Foi triste. Mas fiquei com a impressão de que a morte do piloto não teve tanta repercussão. Talvez pela grandiosidade da prova, talvez pela falta de informação e imagens, ou ainda pela certeza de que todos os que lá estão sabem que corridas de carro são perigosas, e sabem que merdas podem acontecer a qualquer momento, como aconteceu.

Lá na frente o esquadrão da Audi seguia com o monopólio das três primeiras posições. Eventualmente a Toyota enfiava seus dois carros entre eles, mas, no fim das contas todos sabem que os germânicos são amplamente favoritos.

Agora temos pouco mais de 12 horas de corrida e o panorama é o seguinte:

Na LMP1, o Audi #2 - Tom Kristensen/Allan McNish/Loïc Duval - segue firme e forte na liderança da prova. Na sequência aparecem os dois carros da Toyota, uma volta atrás, porém. Em quarto aparece o Audi #3 - Marc Gené/Oliver Jarvis/Lucas Di Grassi - que teve problemas logo no início, quando Di Grassi estava no comando.



O brasileiro errou, saiu da pista, estropiou um dos pneus e teve de voltar se arrastando para os boxes. Ainda por conta dessa escapada, tiveram de ficar um bom tempo parado nos boxes durante uma bandeira amarela, lá pela oitava hora de prova.

Mas os germânicos tem um carro de outro mundo, como eu disse, e tudo pode acontecer, ainda. Inclusive uma vitória do #3. Seria improvável, mas é possível.

Na GTE Pro, o Aston Martin #99 -  Frederic Makowiecki/Bruno Senna/Robert Bell - que chegou a liderar a prova por um bom tempo, aparece em 30º na geral e 9º na categoria. O líder é o Aston Martin #96 - Roald Goethe/Jamie Campbell-Walter/Stuart Hall - que trava um bom duelo com dois Porsches 997 surpreendentemente (pelo menos pra mim) bem competitivos.



A corrida segue bastante movimentada, e com muitas entradas do Safety Car por conta de acidentes.

Inclusive aconteceu uma porrada forte, agora. Um carro da LMP2 partiu ao meio depois de bater em uma das curvas da sequência Porsche. Mas está tudo bem. O piloto saiu andando e conversando. Só deve estar puto, provavelmente.

Depois eu volto contando mais.

21 de junho de 2013

Carona



Uma belíssima onboard do Porsche 936, do trio Jürgen Barth/Jacky Ickx/Hurley Haywood, durante a classificação para as 24 Horas de Le Mans de 1977 - esse foi o carro vencedor em 1977, aliás.

Aos 0min50s o vídeo mostra a entrada da reta Mulsanne (mutilada por duas chicanes nos anos 90), e parece que o carro nunca mais vai sair dela...

27 de dezembro de 2012

Mito

LONDRINA (Pode esse calor, Arnaldo?) Belíssimo clique do esquadrão da Porsche durante a chegada das 24 Horas de Le Mans, 1982. 

Era o primeiro ano dos alemães com o modelo 956, e o resultado foi esse aí da foto: tripleta vencedora da equipe Rothmans Porsche System.

No ano seguinte o massacre seria ainda maior. Entre os dez primeiros colocados haviam nada menos do que nove 956's! Quem colocou água no chopp foi um Sauber C7, que terminou em um suado nono lugar.

20 de julho de 2012

Reinado


(Reparem no público) As 24 Horas de Le Mans de 1969.

Depois de três vitórias consecutivas, a
Ford triunfava pela última vez em Sarthe com o modelo GT 40. Era a vez de outra montadora assumir o reinado e promover o massacre...

13 de julho de 2012

6 de julho de 2012

Massacre

A covardia da Porsche nas 24 Horas de Le Mans de 1983.

Foram nada menos do que nove Porsche 956 entre os dez primeiros. A exceção foi o Sauber C7, que chegou em um modesto nono lugar. De quebra, os alemães ainda faturaram a vitória na categoria B, com o modelo 930.

Alguém duvida de que eles virão forte no ano que vem?

28 de junho de 2012

Presente de grego

Bastante original o presente que os mecânicos da Toyota entregaram quando foram visitar o o inglês Anthony Davidson no hospital. Assinado por todos, o retrovisor do carro #8, que decolou com ele em Le Mans (se não viu a panca, clica aqui).

Quando recebeu o "agrado", Davidson não titubeou: "Foi só isso que sobrou do carro?"

Bom, quase isso...

17 de junho de 2012

Merecido



(É justo, é justo) Uma foto diferente aqui no blog. O Audi e-tron quattro #1, grande vencedor hoje de manhã em Le Mans

Mais do que uma simples vitória, o alemãozinho seguiu a tradição. Afinal, desde o retorno da Audi à Sarthe, eles já somam onze trunfos em treze participações. Não tenho dúvidas de que um resultado desses não é construído por acaso.

Os caras dão o sangue por essa prova. Talvez sejam as 24 horas mais importantes (e longas) do ano para essa gente. E mais uma vez eles chegaram. Suaram, choraram, torceram, sofreram... Se não fossem eles seriam outros, que também seriam merecedores. Certamente. 

Nós, meros mortais, agradecemos pelo espetáculo.

Le Mans 2012

A 80ª edição das 24 Horas de Le Mans terminou hoje pela manhã. Teve todos os ingredientes de uma corridaça. E, mesmo se não tivesse sido assim, uma prova com 24 horas de pau dentro, direto, já é, por si só, uma corridaça.
No início, aconteceu o esperado. A Audi dominando a bagaça, mas seguida de perto pelos japas da Toyota (que tinham seus carros com um azul feio pacas). Quando completaram três horas de corrida os japas apertaram o ritmo, e parecia que a briga era iminente, e eu tive de parar de ver...

Quando voltei, já tinha acontecido de tudo, e os destaques estão aí embaixo:


Uma Ferrari da AF Corse (não a principal ,e sim a da LMGTEAm) tirou um dos Toyotas de combate. E não foi qualquer um. Foi simplesmente o carro principal dos japas, que vinha em terceiro, com Davidson ao volante. O enrosco foi uma cagada e tanto dos italianos, e resultou em uma baita porrada. Davidson se fodeu. Fraturou duas vértebras e deve ficar de molho uns três meses (isso explica o porque de não ter saído do carro e enchido o tal do Perazzini de porrada. Eu teria feito isso).


O DeltaWing (um feioso que participou da prova como uma aventura experimental) por sua vez foi colocado pra fora pelo Toyota #7, pilotado por Nakajima. Não, não gostei desse DeltaWing desde que foi apresentado. Pra mim, carro de corrida tem, antes de tudo, que parecer com um carro de corrida. E o tal Delta nem carro parece. Um cu. E cus, são feios...

Mas os aventureiros da Nissan tinham lá seus méritos. Pela ousadia, pela tentativa, pela perseverança em alinhar uma aberração. Uma aberração que andava, e andava rápido. Vinham bem, até que o japa dos japas deu um chega pra lá sacana e tirou-os de combate. Foi triste ver Motoyama tentando fazer o carro funcionar novamente. Aliás, foi, talvez, a cena mais bonita e emocionante dessa corrida.


No final, a Audi fez a trinca (é o 11ᵒ trunfo do alemães, em 13 tentativas. Respeitável o desempenho dos caras). Em primeiro o e-tron pilotado pelo trio André Lotterer/Marcel Fässler/Benoit Tréluyer, em segundo o outro e-tron, de Tom Kristensen/Allan McNish/Rinaldo Capello. Em terceiro chegou o Audi "normal", o R18 pilotado por Oliver Jarvis/Marco Bonanomi/Mike Rockenfeller. E em quarto, o lindíssimo Lola-Toyota preto e dourado da Rebellion, com Nicolas Prost/Neel Jani/Nick Heidfeld.

A LMP2 não me interessa, e nem sei quem ganhou. Já na  LMGTE Pro, os dois carros para os quais estava torcendo terminaram na frente. A Ferrari F458 da AF Corse (Fisichella/Bruni/Vilander) em primeiro, seguida por outra Ferrari F458, da Luxury Racing (que teve na equipe o meu xará Jaime Melo, único brasileiro na prova).


E foi isso. Ano que vem tem mais. Ano que vem tem a Porsche (maior vencedora da história, diga-se) de volta ao combate. Vai ser foda.

15 de junho de 2012

Lagartos



Bom dia!

Começando os trabalhos com um dos belíssimos Porsche 997 GT3 RSR da Flying Lizards, esta semana em Le Mans. Com ele, Patrick Pilet fechou o dia com o melhor tempo na categoria LMGTE-AM. Destaque para a já tradicional pintura dos "lagartos voadores". Lindíssima!

13 de junho de 2012

Amazing

Este fim de semana acontece a 80ª edição das 24 Horas de Le Mans. Pra entrar no clima, pingou ontem no ótimo A Mil Por Hora, do amigo Rodrigo Mattar, o videozinho aí embaixo. 

Trata-se de uma comemoração dos 20 anos da histórica conquista da Mazda em 1991. O piloto na ocasião foi Johnny Herbert (espantem-se, com o mesmo macacão utilizado na época), integrante original da equipe que pilotou o 787B.

Aliás, a estrela do vídeo é justamente o ronco deste monstrinho com pistões rotativos. Aumente o volume, aperte o play e aproveite a carona.

5 de março de 2012

O inferno



Largada das 24H de Le Mans de 1955. Três horas mais tarde, este mesmo local da foto entraria para a história. Infelizmente marcado por uma tragédia. A maior até hoje.

O Mercedes de Pierre Levegh decolaria sobre a multidão após se envolver em um acidente com o Jaguar de Mike Hawthorn e o Austin-Healey de Lance Macklin. A reta dos boxes se transformaria num verdadeiro inferno. Além do francês, cerca de oitenta espectadores também morreram. As cenas são impressionantes. Pra ver é só clicar aqui.

19 de fevereiro de 2012

Jaguar


Depois de um jejum que durou 31 anos (desde a vitória em 1957), a Jaguar triunfa novamente na edição das 24H de Le Mans de 1988. Os felinos ainda dariam o seu último bote, vencendo em 1990.

17 de fevereiro de 2012

Deixa eles



(semana de figurinhas conhecidas) O Mazda 787B, vencedor da edição de 1991 das 24H de Le Mans. Até hoje o único triunfo de um carro japonês na história de Le Mans. Mas, o feito tem lá suas particularidades.

Consta que, em 1991 a FIA determinou o aumento de peso nos protótipos que participavam do campeonato mundial. Mas, a então novata Mazda, solicitou dispensa deste item do regulamento. Quando consultadas sobre o tal pedido, Jaguar, Porsche, Mercedes e Peugeot pensaram: "Ah, a Mazda? Deixa eles...".

Deu no que deu.