Sempre achei essas corridas de rua fantásticas. Reparem o público nas ruas, nas janelas, nas sacadas... Targa Florio de 1971.
18 de abril de 2012
15 de abril de 2012
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Suzuka, 1990. A Ferrari de Alain Prost abandonada na caixa de brita.
Não sabe o que aconteceu? Clica aqui.
Primeirona
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(Coisa mais linda) Algumas imagens do GP dos Estados Unidos, em Watkins Glen, 1970. Primeira vitória de Fittipaldi na F1. Uma das histórias mais incríveis da categoria, e talvez de todo o automobilismo.
Jochen Rindt havia morrido um mês antes, em Monza, no carro de Emerson... E essa vitória em Glen o consagrou como campeão, postumamente. Impossível imaginar o que se passava na cabeça do Rato.
6 de abril de 2012
Purley
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David Purley durante o GP de Mônaco, 1973.
Ao longo de três temporadas, foram sete GP's disputados e nenhum ponto. Um currículo curto, quase insignificante. Seria apenas mais um no grid, não fosse o trágico fim de semana na Holanda, em Zandvoort, também em 1973.
Purley abandonou seu carro no meio da pista para tentar salvar o compatriota e amigo Roger Williamson. Os gritos desesperados de "David, pelo amor de Deus, tire-me daqui" sequer abalaram os fiscais, que nada fizeram. Purley tentou até o fim, mas nada pôde fazer. Williamson estava morto.
Tudo foi registrado, e as imagens falam por si só. São fortes. Mas, mesmo em meio à tragédia, um gesto belíssimo. Pena que em vão. Para ver, clica aqui.
A partir desse dia, David Purley não seria simplesmente "mais um no grid".
3 de abril de 2012
Cotidiano
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Estava eu, em plena Av. das Américas, quando recebi pelo retrovisor uma leve piscada de farol. Aquele conhecido "sai da frente". Não saí. Pois pensei se tratar de mais um apressadinho em um raquítico carro mil. Não era. Era uma Ferrari 430, e parou quase ao meu lado no sinal. Ela na primeira fila, eu na segunda.
Não deixei por menos a piscada. Comecei a cutucar o acelerador e roncar ali atrás. O cara percebeu. Logo abaixou a capota e começou a roncar também. Roncar não, gemer. O meu sim, roncava. Aí pensei: "vou moer o motor, a caixa, tudo... mas não vou fazer feio". E quase não fiz.
Quando o sinal abriu eu tinha um popular na minha frente. Presa fácil. Mas eu queria mesmo era o pônei prateado. Acontece que, na troca da segunda para a terceira marcha esqueci de dosar o acelerador e o carro afogou. Afogou muito... Enquanto o pobre carrinho italiano fugia. Talvez com medo. Provavelmente para contar pro papai.
Consegui um registro fotográfico. Quem souber o paradeiro, diga que penso em revanche. Mas agora em condições iguais.
Quando o sinal abriu eu tinha um popular na minha frente. Presa fácil. Mas eu queria mesmo era o pônei prateado. Acontece que, na troca da segunda para a terceira marcha esqueci de dosar o acelerador e o carro afogou. Afogou muito... Enquanto o pobre carrinho italiano fugia. Talvez com medo. Provavelmente para contar pro papai.
Consegui um registro fotográfico. Quem souber o paradeiro, diga que penso em revanche. Mas agora em condições iguais.
Saudades
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Hoje faz um ano que o automobilismo perdeu Gustavo Sondermann. Um ótimo piloto. Um jovem. Um amigo. Engraçado que, mesmo passado todo esse tempo, as questões levantadas na época do acidente permanecem sem respostas.
29 de março de 2012
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