(Vale ou não vale uma moldura?) A fotinha foi tirada em Mônaco, 1971. Daqui a pouco volto para falar da classificação, de Maldonado, de Schumacher e da corrida de amanhã...
26 de maio de 2012
21 de maio de 2012
Loucura
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(Pra começar bem a semana) Não sei onde, não sei quando, não sei quem... Mas o detalhe é: alguém reparou o cigarro na boca do sujeito?
19 de maio de 2012
L’enfant terrible
(Assim, parece até comportado) Peugeot 205 T16, safra de 1985. O último dos monstros do Grupo B. Eram nada menos do que 456 cavalos despejados em apenas 960 quilos. Não à toa seu apelido era "a criança terrível".
Sem palavras
(Antes tarde do que nunca) E a Williams venceu em Barcelona. E os estatísticos falaram que "cinco pilotos diferentes não venciam as cinco primeiras do ano desde mil novecentos e vovó virgem". Mas, tirando essas bobagens, a única coisa que importa é: A Williams venceu. Tio Frank venceu! Maldonado venceu! Enfim, foi uma corrida do caralho essa...
Foi o melhor presente que Frank Williams poderia receber nos seus 70 anos. E foi também a melhor corrida que eu vi nos últimos tempos. Uma vitória no braço! Sem o melhor carro, sem o melhor piloto...
Repetindo o palavrão: foi do caralho!
Que a Williams siga com a sua tão esperada ascensão. Que Maldonado lute pelo título. Que seja campeão... E que o Brasil siga o exemplo da Venezuela. Caso contrário eu me mudo pra lá em 2015.
15 de maio de 2012
Outros tempos
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70s
(Ah, os anos 70) Foto já manjada pra quem acompanha blogs sobre automobilismo. Mas, nunca é demais ver registros como esse. Graham Hill conferindo a papeleta com a temperatura dos pneus.
Simpatia
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70s
Hans-Joachim Stuck mostrando um pouco de simpatia a Jan Lammers.
Era 1979, o ano de estréia de Lammers na F1. Sim, ele esteve longe de brilhar por lá. Mas nem por isso deixou de ter um relativo sucesso nas pistas. Correu no BTCC, na extinta CART e venceu em Le Mans, na edição de 1988.
11 de maio de 2012
Girls
(Pausa pro lanchinho) Não, eu não gosto de carros vermelhos. Mas, como não reparar na beleza toda singular de um Porsche Carrera?
10 de maio de 2012
Jogador
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Mika Häkkinen estreou na F1 pela já decadente Lotus, em 1991. Sem brilho. Foram dois anos de calvário, até despertar o interesse de Ron Dennis, que o contratou para a temporada de 1993.
Até então seria o companheiro de Ayrton Senna. Por questões comerciais não pôde correr, cedendo seu cockpit para Michael Andretti, que vinha da Indy com o apoio da gigante Marlboro. Restava-lhe o posto de terceiro piloto. Nas três últimas corridas da temporada pôde mostrar seu talento. Foram dois abandonos e seu primeiro pódio, em Suzuka.
O cara mostrou que tinha aprendido o ofício.
Em 1994 mais um teste. Sem Senna na equipe, a McLaren apostou suas fichas no finlandês. E Mika suportou bem a pressão. Com bons resultados, terminou o ano com o quarto lugar no campeonato.
Em 1995, o susto. Na última corrida da temporada, em Adelaide, uma baita porrada (ainda nos primeiros minutos da sessão de classificação) lhe tirou todos os dentes da boca e parte da língua. Lutaria pela vida, sendo salvo por uma traqueostomia, ainda na pista.
Quando as flechas de prata surgiram (falo das belezuras de 98', e não essas latas feiosas de hoje em dia) derrotou tudo e todos. Adiando inclusive o reinado de Schumacher.
Enfim, Häkkinen pode não ter sido o mais espetacular (e muito menos o mais sortudo); mas enquanto esteve na categoria, certamente foi um dos mais técnicos do grid. Era capaz de maximizar o equipamento que tinha nas mãos, e com isso ser extremamente veloz.
Um jogador de grandes partidas (pra mim, uma das melhores foi essa aqui).
Quando as flechas de prata surgiram (falo das belezuras de 98', e não essas latas feiosas de hoje em dia) derrotou tudo e todos. Adiando inclusive o reinado de Schumacher.
Enfim, Häkkinen pode não ter sido o mais espetacular (e muito menos o mais sortudo); mas enquanto esteve na categoria, certamente foi um dos mais técnicos do grid. Era capaz de maximizar o equipamento que tinha nas mãos, e com isso ser extremamente veloz.
Um jogador de grandes partidas (pra mim, uma das melhores foi essa aqui).
8 de maio de 2012
Salute Gilles
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gilles villeneuve
(Quase que não sai hoje) Há exatos 30 anos Gilles Villeneuve morria em Zolder. Prematuramente? Me arrisco a dizer que não. Era aquele tipo de piloto que todos tinham a certeza de que morreria na pista. Uma questão de tempo.
Em qualquer pista, sob qualquer condição, contra qualquer adversário, Gilles era fantástico. Pilotagem instintiva, correções pra todo lado, agressividade à flor da pele... A verdadeira essência do automobilismo. Coisa que ficou esquecida lá nos anos 70.
Em qualquer pista, sob qualquer condição, contra qualquer adversário, Gilles era fantástico. Pilotagem instintiva, correções pra todo lado, agressividade à flor da pele... A verdadeira essência do automobilismo. Coisa que ficou esquecida lá nos anos 70.
Sem dúvidas é "o cara que eu queria ter visto correr". Os vídeos existem em quantidade e qualidade razoáveis na internet. E é sempre fascinante vê-los. Um aperitivo? Cica aqui.
Para reverenciar um de seus maiores ídolos, a Ferrari prestou uma homenagem bem bacana hoje, na pista de Fiorano. O filho Jacques Villeneuve pilotou a Ferrari 312 T4, na qual o pai foi vice-campeão em 1979.
Para reverenciar um de seus maiores ídolos, a Ferrari prestou uma homenagem bem bacana hoje, na pista de Fiorano. O filho Jacques Villeneuve pilotou a Ferrari 312 T4, na qual o pai foi vice-campeão em 1979.
1 de maio de 2012
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