31 de maio de 2012

Vale tudo

(Zebra é pista? Meu amigo Marçal Melo diz que é) Keke Rosberg jantando Michele Alboreto em Hockenheimring, 1986.

Turma

(Onde está Mansell?) A turma toda reunida em Adelaide. Foto oficial da abertura da temporada de 1987.

Quase

Takuma Sato (sim, o mesmo porra louca que esteve na F1 de 2002 a 2008) foi o grande destaque das 500 Milhas de Indianápolis, realizada no último fim de semana.

Faltando duas voltas para o final, ultrapassou Scott Dixon (de uma maneira que deixou claro: vai dar merda!) e se empolgou. Não era para menos, mais uma ultrapassagem kamikaze bem sucedida e ele seria o primeiro japonês a vencer a prova. Viraria ídolo do seu país, ganharia feriado em sua homenagem, beberia o leite dos campeões, a porra toda...

Enfim. Abrindo a última volta, no mesmo ponto da pista, tentou passar o então líder Dario Franchitti. Não teve a mesma sorte. Acabou no muro e deu a vitória de bandeja para o escocês.

Uma pena. Desde o abandono prematuro do Alesi eu torcia justamente para o Sato... Que claro, não deve se envergonhar. Estava rápido, confiante, e tentou. Quase conseguiu. Só que o "quase" de Indianápolis quase sempre é sinônimo de muro.

Pra quem não viu, o vídeo da proeza está aí embaixo.

30 de maio de 2012

Lotação máxima



(Êita...) O público comparecendo em peso para assistir ao show da dupla Jody Scheckter e Gilles Villeneuve em Mônaco, 1979. 

Respectivamente primeiro e segundo no grid, o sul-africano venceria de ponta a ponta, enquanto Gilles abandonaria com problemas na transmissão.

Descontraído



(Será? Será que surtiu efeito?) Hans-Joachim Stuck mostrando um pequeno incentivo ao seu companheiro de Shadow, Clay Regazzoni. Clique feito em Nurburgring, 1978.

Superfantástico

(Não, não é o balão mágico. Mas essas fotos de Mônaco...) O belíssimo Brabham BT33 de Jack Brabham puxando a fila no principado, em 1970. Atrás dele estão Jean Pierre Beltoise de Matra e Jacky Ickx com a Ferrari. 

E aí?! Alguém consegue identificar os outros?

29 de maio de 2012

Mônaco

(É, a corrida foi sem sal) O fim de semana de Mônaco foi menos (bem menos) do que eu esperava. Pra início de conversa, o melhor piloto da atualidade, Maldonado, parece ter sentido um pouco da pressão de ganhar um gepê. Chegou com muita atitude e acabou no muro, ainda nos treinos livres. Foi punido (por se enroscar com Perez, acho), largou lá atrás e lá atrás terminou. As ruas do principado não perdoaram o jovem sonhador venezuelano...

Já o melhor pilotos dos últimos tempos, Schumacher, surpreendeu. Quando ninguém mais acreditava no velho senhor alemão, ele foi lá e tirou o doce da boca de todas as crianças. Cravou uma pole em condições normais, em Mônaco. Mesmo largando em quinto (por conta da punição, na minha opinião injusta, diga-se), tirou um enorme peso das costas... E um adendo: há tempos eu não me arrepiava durante a classificação. Schumacher conseguiu isso. Estranho, muito estranho.


Bom, a pole caiu no colo de Webber, que não fez mais do que a obrigação: venceu de ponta a ponta. Atrás dele, o trenzinho tinha Rosberg, Alonso, Vettel, Lewis e Massa. Este último até que fez boa corrida, mas pode ter acordado tarde demais pra vida...


E isso foi tudo. Seis corridas com seis vencedores diferentes. Achei até que Räikkönen iria levar troféu pra casa, quem sabe até vencer. Mas, se não conseguiu nada durante a corrida, ao menos na eleição de capacetes mais bonitos de todos os tempos ele ganhou com sobra. Empatado em primeiro com James Hunt.

Que venha Montreal! Pista que gosto muito por sinal.

26 de maio de 2012

Moldura

(Vale ou não vale uma moldura?) A fotinha foi tirada em Mônaco, 1971. Daqui a pouco volto para falar da classificação, de Maldonado, de Schumacher e da corrida de amanhã...

21 de maio de 2012

Loucura


(Pra começar bem a semana) Não sei onde, não sei quando, não sei quem... Mas o detalhe é: alguém reparou o cigarro na boca do sujeito?

19 de maio de 2012

L’enfant terrible



(Assim, parece até comportado) Peugeot 205 T16, safra de 1985. O último dos monstros do Grupo B. Eram nada menos do que 456 cavalos despejados em apenas 960 quilos. Não à toa seu apelido era "a criança terrível".