5 de junho de 2012
4 de junho de 2012
Passeio
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(Câmera ruim!) Passatão passeando pelo Cachambi hoje de manhã. Coisa mais linda!
Ao dono do carro, se por algum alinhamento dos planetas achar este blog, não se iluda: eu estava olhando muito, sim, mas não dando mole pra você! Eu estava dando mole pro seu carro...
Ao dono do carro, se por algum alinhamento dos planetas achar este blog, não se iluda: eu estava olhando muito, sim, mas não dando mole pra você! Eu estava dando mole pro seu carro...
Stewart
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GP da Alemanha de 1968.
Nürburgring.
Segundo Jackie Stewart, foi a vitória mais difícil de sua carreira.
Naquele 4 de Agosto, os 22 quilômetros do circuito alemão estavam envoltos em uma névoa terrível, além de uma chuva constante.
E Stewart não era exatamente do tipo que corria riscos...
Qualquer erro poderia ser fatal.
E se o Inferno Verde já era perigoso por si só, imagine com rios (!) atravessando a pista?
Cogitou-se inclusive a possibilidade de a corrida não acontecer. Mas o que fazer com os pobres diabos que foram lá assistir?
Stewart largou em sexto, mas precisou apenas de 1 volta para assumir a liderança...
E sumir!
"Era o único lugar seguro para se estar, sem o spray dos carros à frente"
Pilotou no limite entre a genialidade e a insanidade.
Estava irreconhecível.
"Quando passei Graham, eu apenas pilotei o mais rápido que pude, pois era impossível ver os espelhos retrovisores"
Na segunda volta, a vantagem já era de 34 segundos!
Faltando 3 voltas para o final, um susto:
O Matra aquaplanou e Jackie deixou o motor morrer. O carro passou a deslizar sem controle em direção a um infeliz fiscal de pista mal posicionado...
"Eu sabia que ia bater nele"
Foram aquelas frações de segundo intermináveis.
De repente, as rodas recuperaram a aderência e Stewart evitou o choque.
Hill cometeu o mesmo erro (no mesmo ponto) pouco depois.
[...]
As 14 voltas programadas para a corrida foram completadas em sua totalidade.
No final, depois de cruzar a linha de chegada, Jackie Stewart teve de esperar longos 4 minutos por Graham Hill e sua Lotus.
Uma das maiores apresentações que a F1 já viu.
E sumir!
"Era o único lugar seguro para se estar, sem o spray dos carros à frente"
Pilotou no limite entre a genialidade e a insanidade.
Estava irreconhecível.
"Quando passei Graham, eu apenas pilotei o mais rápido que pude, pois era impossível ver os espelhos retrovisores"
Na segunda volta, a vantagem já era de 34 segundos!
Faltando 3 voltas para o final, um susto:
O Matra aquaplanou e Jackie deixou o motor morrer. O carro passou a deslizar sem controle em direção a um infeliz fiscal de pista mal posicionado...
"Eu sabia que ia bater nele"
Foram aquelas frações de segundo intermináveis.
De repente, as rodas recuperaram a aderência e Stewart evitou o choque.
Hill cometeu o mesmo erro (no mesmo ponto) pouco depois.
[...]
As 14 voltas programadas para a corrida foram completadas em sua totalidade.
No final, depois de cruzar a linha de chegada, Jackie Stewart teve de esperar longos 4 minutos por Graham Hill e sua Lotus.
Uma das maiores apresentações que a F1 já viu.
3 de junho de 2012
Cartão de visitas
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Nürburgring, 1967.
No Inferno Verde, um jovem piloto belga cravara o terceiro tempo na da classificação, ficando atrás apenas das marcas alcançadas por Denny Hulme e Jim Clark.
Nada demais, se o feito não fosse a bordo de um modesto Matra de Fórmula 2.
Vale lembrar que, naquela época, para aumentar o grid e tornar a coisa toda mais interessante, as corridas da Fórmula 2 eram feitas em conjunto com os poderosos carros de Fórmula 1. Mas, os grids eram separados para a largada.
Portanto, mesmo com a terceira marca, Jacky Ickx partiu da 18ª posição.
Não faria diferença.
Na quinta volta, ele já era o quarto colocado. Deixando para trás 12 carros de Fórmula 1.
Um assombro.
Na 12ª volta, por conta dos vários saltos do circuito alemão, a frágil suspensão do Matra cedeu e obrigou Ickx a abandonar a prova.
No Inferno Verde, um jovem piloto belga cravara o terceiro tempo na da classificação, ficando atrás apenas das marcas alcançadas por Denny Hulme e Jim Clark.
Nada demais, se o feito não fosse a bordo de um modesto Matra de Fórmula 2.
Vale lembrar que, naquela época, para aumentar o grid e tornar a coisa toda mais interessante, as corridas da Fórmula 2 eram feitas em conjunto com os poderosos carros de Fórmula 1. Mas, os grids eram separados para a largada.
Portanto, mesmo com a terceira marca, Jacky Ickx partiu da 18ª posição.
Não faria diferença.
Na quinta volta, ele já era o quarto colocado. Deixando para trás 12 carros de Fórmula 1.
Um assombro.
Na 12ª volta, por conta dos vários saltos do circuito alemão, a frágil suspensão do Matra cedeu e obrigou Ickx a abandonar a prova.
Mas não importava.
Seu desempenho havia chamado a atenção de todos. Inclusive, de Enzo Ferrari, pessoalmente.
O cartão de visitas tinha sido mostrado.
E ali, no Inferno Verde, era ele quem geralmente dava as cartas.
O cartão de visitas tinha sido mostrado.
E ali, no Inferno Verde, era ele quem geralmente dava as cartas.
2 de junho de 2012
United Colours
Todo o colorido da Benetton. A equipe que sempre teve os carros mais bonitos desde sempre. Teo Fabi e Thierry Boutsen no grid de Adelaide, 1987.
1 de junho de 2012
Rio
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(O rei do Rio) Alain Prost em Jacarepaguá, 1985. A caminho de mais uma vitória. A terceira das cinco que o francês acumulou por aqui.
Só um detalhe: esses balões de propaganda eram um charme, não?!
Só um detalhe: esses balões de propaganda eram um charme, não?!
Preto no branco
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Bom dia!
Muitas pessoas confundem o preto e branco como algo que remete à tristeza. Não é o caso. E tenho como provar isso. Como? Tente ficar triste vendo os três cliques dessa postagem!
De cima pra baixo, Monza em 1965, Monjuich Park em 1969 e Zandvoort em 1964.
Presente de sexta-feira pra vocês.
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