24 de novembro de 2015

Brake test

Toranosuki 'Tora' Takagi atropelando Luca Badoer em Monza, 1999.

Tem vídeo, aqui!

Tons de cinza

O blog adora fotos em preto e branco...

De cima pra baixo:

Jacky Ickx torcendo um Lotus Cortina.

A largada para os 1000 km de Paris - em algum momento dos anos 1960.

(aliás, que foto!)

E Graham Hill rasgando uma então pacata Spa-Francorchamps.

11 de novembro de 2015

Girls

Não é todo mundo que pode ostentar um interior azul como o desse Citroën 2CV (ou seria um 3CV? Nunca sei a diferença) aí da foto...

Eu posso.

Cartoon

A melhor definição sobre a final da MotoGP...

Não deu

Não deu pra Valentino na MotoGP. Largando de último quando seu rival largava na pole, sua única esperança era um ataque das Hondas à Jorge Lorenzo, ou um tombo do "companheiro" (cês entenderam as aspas, certo?). Não aconteceu nem uma coisa, nem outra.

Rossi fez o que se esperava dele. Ao apagar das luzes acelerou como se não houvesse amanhã, protagonizando um intenso thriller que o colocou em quarto na 12ª volta - mas já distante 11 inalcançáveis segundos da dupla da Honda e de Lorenzo, que liderava. Não chegaria, claro. Ninguém chegaria. Restava esperar...

Esperar talvez o mesmo ímpeto que Marc Márquez teve ao atrapalhá-lo na Malásia. Ímpeto esse que não existiu. Márquez acompanhou Lorenzo de perto durante todas as 30 voltas da corrida, sem tentar um único ataque sequer! Ninguém é idiota a ponto de não entender o que aconteceu, meu camarada!

Nas últimas voltas surgiu uma pontinha de esperança com a aproximação de Pedrosa - que poupou equipamento durante toda a prova para tentar o bote no final. Era o que tinha a moto em melhores condições, e no penúltimo giro chegou inclusive a passar Márquez, mas tomou o troco do companheiro na curva seguinte, deixando Lorezno escapar, vencer e faturar o título. Seu terceiro na categoria principal.

Foi merecido? 

Quem olhar apenas para a última etapa pode achar que foi. E foi mesmo. Lorenzo largou na pole e liderou de ponta a pota, sem cometer um único erro... Mas observando o ano como um todo; o episódio da Malásia e, principalmente, a chegada de Valentino aos boxes da Yamaha após a prova valenciana, conclui-se que Lorenzo pode até ter vencido o campeonato, mas o verdadeiro campeão foi Rossi.


O pódio também foi emblemático. Três espanhóis vaiados em plena Espanha... 

Enfim.

Uma vergonha que a outrora sensação Marc Márquez tenha estragado o que tinha tudo para ser o maior e melhor campeonato que o motociclismo já viu, apenas por ser um mau perdedor. Cavou um pênalti aos 45' do segundo tempo (ao provocar Rossi na Malásia, cair e armar todo aquele teatro, que culminou com a punição ao italiano) e mereceu todas as vaias que recebeu. Outro que fez um papelão foi Lorenzo, ao comprar a briga do compatriota ao invés de decidir o título apenas na pista.

Venceu, acontece. 

Resta saber como a Yamaha lidará com dois pilotos que se odeiam em 2016.

3 de novembro de 2015

P&B





Começando a semana (na terça-feira!) com duas do Chaparral na Targa Florio.

Um dos queridinhos do blog...

26 de outubro de 2015

E na MotoGP...

A disputa pelo título teve seu auge na Malásia - penúltima prova da temporada.

Depois das farpas trocadas pelos principais pilotos envolvidos antes da etapa, a corrida pegou fogo quando Marc Márquez abriu passagem para Jorge Lorenzo e se concentrou em atrapalhar a corrida de Valentino Rossi - líder do campeonato, companheiro (de equipe, apenas) de Lorenzo e com quem Márquez já vinha se estranhando desde o início da temporada.

Deu no que deu.


Eu não vi a corrida ao vivo; e analisando os primeiros vídeos que pipocaram sobre o lance, n'um primeiro momento me pareceu sim, que Rossi realmente "chutou" Márquez para fora da pista. Mas o vídeo aí em cima me leva a acreditar que Márquez apenas encontrou o que procurou durante toda a corrida: o chão.

Depois da prova o espanhol declarou que "foi chutado, agredido", e Rossi devolveu que "Marquez ganhou a luta dele, e o fez perder o campeonato". Principal beneficiado com a confusão, Lorenzo saiu em defesa do compatriota, afirmando que "Valentino só não foi punido como deveria porque é o Valentino". Para o espanhol da Yamaha, o companheiro deveria ser excluído da prova malaia - o que o faria perder os 16 pontos conquistados com o terceiro lugar e a liderança do campeonato.

Mas não.

Os resultados foram mantidos, e Rossi (punido) larga em último na etapa final, em Valência.

O décimo título (oitavo na categoria principal) ficou mais longe? Ficou. Mas depois desse circo todo, se eu já estava torcendo por ele, agora estou ainda mais; e acredito que metade do grid tenha comprado a briga. Márquez não é lá dos sujeitos mais amáveis (e limpos) do grid. É um gênio? É. Mas está se mostrando um péssimo perdedor.

Aguardemos pelo dia 8.

O Rei



Lalo dando umas voltas no antigo Interlagos...

Cena de abertura do filme "Roberto Carlos a 300 Quilômetros por Hora".

Primoroso!