Hoje, 20 de Janeiro, foi o dia Nacional do Fusca. Não pode-se dizer que sou um fã de Volkswagen, mas temos de respeitar a história do besourinho.
E ela não é pequena, não.
20 de janeiro de 2016
Curta o som: Eagles
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[Putz!] Antes que pudéssemos nos recuperar da morte de David Bowie, Glenn Frey, guitarrista e fundador do Eagles, também se foi, aos 67 anos, ontem.
Li uma definição que achei bacana, e justa: "Eagles lost one of their wings".
E assim vamos ficando com as músicas que gostamos apenas no playback.
18 de janeiro de 2016
A incógnita Gilles
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18 de Janeiro.
Há exatos 66 anos nascia Joseph Gilles Henri Villeneuve.
Não, ele não era um gênio. Era rápido.
[...]
Já falei isso aqui antes, mas uma frase que li há tempos atrás é certeira:
"É sempre uma incógnita decifrar o fenômeno Gilles"
Para uns é considerado um baita piloto, enquanto que para outros o canadense não passou de um batedor de carros; que teve lá seus lampejos sim, mas que nunca chegou a ser sensacional.
Estes também afirmam que ele jamais venceria um campeonato...
Não discordo.
Mas a única verdade absoluta é a inquestionável velocidade de Villeneuve.
Basta ver os tempos durante as sessões de treinos livres em Watkins Glen, em 1979.
Seu tempo foi nada menos do que 9 segundos mais baixo do que qualquer outro piloto que tenha se arriscado no piso molhado de Nova York.
Nove segundos!
O que dizer então do épico duelo contra René Arnoux em Dijon, também em 1979?
Olhando por este lado, desqualificar o talento de Gilles Villeneuve por conta dos inúmeros acidentes que protagonizou é uma injustiça sem tamanho.
Era um doido varrido?
Era!
Mas um doido varrido espetacular.
12 de janeiro de 2016
Verde e amarelo
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Um pouquinho de Brasil.
Saudade disso tudo aí que eu não vi...
Fuscão e Opalas na Divisão 3, Fùria BMW, Puma...
Quanta coisa legal!
Reparem no patrocínio aí embaixo.
"Caninha Cavalinho"
Saudade disso tudo aí que eu não vi...
Fuscão e Opalas na Divisão 3, Fùria BMW, Puma...
Quanta coisa legal!
Reparem no patrocínio aí embaixo.
"Caninha Cavalinho"
6 de janeiro de 2016
Alguém explica?
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Ainda falando em Dakar...
E Sebastian Loeb, hein? Eneacampeão do WRC, com pódio em Le Mans, vitórias no WTCC, FIA GT e Rally Cross na bagagem... Resolveu se aventurar com a Peugeot em seu primeiro Dakar esse ano.
E não é que o cara está acumulando vitórias em estágios e brigando pela liderança com Stéphane Peterhansel e Carlos Sainz [então verdadeiras lendas do Dakar e atuais companheiros de equipe do francês]?
Esse é sobrenatural mesmo.
Motorsport is dangerous
Alguém filmou o acidente com a piloto chinesa Guo Meiling, que perdeu o controle do seu Mini no sábado, no prólogo do Dakar, e acabou protagonizando um grave acidente que deixou ao menos 10 pessoas feridas [3 ainda permanecem internadas em estado grave].
A cena é forte.
A cena é forte.
É impressionante? É. Incomum? Bem...
Eu só acho que acidentes como esse nessa modalidade em especial são aceitáveis, digamos assim. O risco em um rali não é tão "controlado" como n'um autódromo, por exemplo. A pista, além de desconhecida para pilotos e navegadores, muda o tempo todo. E o público está ali do lado, separado por uma fita. Qualquer escapada vai resultar nisso aí mesmo; o piloto não tem muito o que fazer.
Cabe a quem gosta e assiste aceitar esse risco ou não.
4 de janeiro de 2016
Rio, 1981
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Vídeo com o pré-GP do Brasil de 1981, que pela segunda vez seria disputado no Rio (a primeira foi em 1978). Parece que já está rolando por aí há algum tempo, mas eu só vi hoje. Paciência.
Apenas vejam!
O Rio ainda tinha autódromo, a Globo ainda fazia uma transmissão decente e a F1 em si era muito mais divertida, e colorida, e... Enfim.
Passou.
Apenas vejam!
O Rio ainda tinha autódromo, a Globo ainda fazia uma transmissão decente e a F1 em si era muito mais divertida, e colorida, e... Enfim.
Passou.
30 de dezembro de 2015
José Carlos Pace
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“O carro e o motor são para se usar no limite máximo: quem alivia se desconcentra. Eu sou assim. Se o carro pode ir a 300 km/h e o motor rende mil giros, é nesse limite que se tem de tocar”. (José Carlos Pace).
“O Pace para nós era mais que um piloto e um amigo. Ele foi o homem que acreditou no Brabham desde o início. Devemos a ele grande parte do sucesso do Brabham-Alfa. Agora, temos nas mãos o carro competitivo com que tanto sonhou, depois de provar que era um dos melhores pilotos do mundo, desaparece de forma tão trágica”. (Bernie Ecclestone).
“O limite dele era muito alto e o Moco era muito arrojado. Era o supra-sumo do piloto. Que eu lembre jamais me entregou o carro danificado nem quebrou sem justificativa. Era duro acompanhá-lo”. (Luiz Pereira Bueno).
NART

Três imagens da Ferrari de John Surtees em 1964.
Curiosidade.
Como forma de protesto pela não homologação da Ferrari 250 LM nas competições de Endurance, a Ferrari ameaçava se retirar oficialmente do restante da temporada de 1964. Mas, como John Surtees disputava o título com Jim Clark e Graham Hill, a federação entendeu que tudo não passava de mais um blefe do Commendatore.
Não era.
A equipe oficial da Ferrari realmente não foi inscrita para as duas provas finais da temporada - então Estados Unidos e México - e tanto a Ferrari 158 de John Surtees quanto o modelo 1512 de Lorenzo Bandini correram sob as cores da North American Racing Team, uma equipe criada em 1958, que se tornou o principal importador da Ferrari, e por muitos anos foi o primeiro e único revendedor autorizado nos Estados Unidos.
Com os dois segundos lugares obtidos por Surtees, a equipe venceria o mundial de pilotos e construtores. Porém, ostentando o azul e branco da América.
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